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O RGPD

Formação Presencial

Sobre o Curso

Estamos no século XXI e, felizmente que a generalidade das pessoas sentem a importância do primado da pessoa, primado do ser – o respeito pela privacidade de cada um – felizmente um sentimento progressivo, sinal da maturidade progressiva de um povo.

O ser, a pessoa, não pode ser um instrumento para o sucesso de tantos outros.

Os dados dos clientes, são os próprios clientes – a sua presença dentro dos nossos sistemas, os nossos CRM's.

A grande mudança de paradigma: Se até 2018, com naturalidade dizíamos a nossa “base de dados”, ou seja, os dados dos clientes eram nossa propriedade, a grande mudança de paradigma é que passamos a ser os guardiões dos dados dos clientes que confiam nessa guarda, aceitando “mediante declaração formal ou ato positivo inequívoco” a utilização dos seus dados para as nossas ações, operações, mas sempre com o seu consentimento. Os dados são pertença do cliente e nós com a sua autorização, com o seu consentimento, procuramos chegar a ele, para que ele nos considere.

Não se trata mais de um jogo do rato e do gato, mas sim a natural e, felizmente crescente, atitude de caminhar com o nosso cliente para dele merecer a sua consideração.

Infelizmente para alguns profissionais, o RGPD ainda constitui um obstáculo para uma comunicação que desejam isenta de responsabilidades sociais, relacionais, altamente centrada nos interesses meramente individuais, como se o cliente fosse um dos principais obstáculos para podermos utilizar o seu email, o seu número de telefone, a sua morada, etc., para falar com ele.

O RGPD é antes de mais, uma questão ética e não nasceu com o novo regulamento.

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O que pretende?